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Archive for the ‘Notícias’ Category

Oracle apresenta MySQL beta mais veloz

April 16th, 2010

Na O’Reilly MySQL Conference, a Oracle apresentou um MySQL que chamou de "bem mais rápido"e insistiu que vai continuar investindo no banco de dados open source.

A versão 5.5 vai usar o InnoDB da Oracle como engine padrão e, segundo a empresa, vai oferecer 200% de melhoria de desempenho, além de tempos de recuperação mais de 10 vezes mais rápido.

De acordo com um representante da companhia, os planos da Oracle para o MySQL eram torná-lo mais leve, fácil de administrar e mais competitivo em relação ao SQL Server da Microsoft.

No site de desenvolvedores do MySQL, há detalhes de outras mudanças na nova versão, que incluem melhor manuseio de metadados durante transações, melhoria de performance e de escalonamento no Windows, replicação semi-sincronizada, heartbeating e mais opções de particionamento. Além disso, o esquema de performance do MySQL, uma tabela de informações relacionadas à baixa performance do banco de dados, foi lançado e já está preparado para incluir estatísticas do InnoDB.

O beta do MySQL 5.5 já está disponível para download e está licenciado sob o GPL2.

Material original: http://goo.gl/OHvC

Notícias

Decisão Judicial Ameaça a Neutralidade na Internet

April 8th, 2010

Edward Wyatt – http://goo.gl/NYLv
Leia mais no GizModo – http://goo.gl/r0Dj

Um tribunal federal de recursos dos Estados Unidos decidiu na terça-feira que as autoridades regulatórias tinham poder limitado sobre o tráfego da web, sob as leis vigentes. A decisão permitirá que provedores de acesso à internet bloqueiem ou desacelerem determinados sites e que cobrem de sites de vídeo como o YouTube pela entrega mais rápida de seu conteúdo aos usuários.

A decisão judicial representa um revés para os esforços da Comissão Federal de Comunicações (FCC, a sigla em inglês) para exigir que os provedores ofereçam aos usuários da web acesso igual a todo o conteúdo, mesmo que parte desse conteúdo congestione a rede.

A decisão judicial, que surgiu depois que a Comcast afirmou seu direito de desacelerar o acesso de seus clientes de acesso via cabo ao serviço de troca de arquivos conhecido como BitTorrent, pode gerar esforços no Congresso para alterar as leis e conceder à FCC autoridade específica de regulamentação sobre o acesso à internet.

Isso pode se provar difícil em termos políticos, no entanto, já que alguns republicanos conservadores se opõem por razões filosóficas a ampliar o poder da agência, e alegam que os provedores de acesso é que deveriam decidir que serviços pretendem oferecer, e a que preço.

Em termos mais amplos, a decisão do tribunal federal de recursos de Washington pode impor obstáculos ao plano do governo Obama para ampliar o acesso dos norte-americanos a redes de internet de alta velocidade.

Por exemplo, o plano nacional de banda larga anunciado pelo governo no mês passado propõe transferir bilhões de dólares de um fundo que incentiva o desenvolvimento de serviços de telefonia em áreas rurais para um fundo que pagaria por acesso à internet nessas mesmas regiões. Observadores das questões jurídicas afirmam que a decisão judicial parece sugerir que a FCC não dispõe da autoridade para promover essa transferência.

A FCC agora terá de reconsiderar sua estratégia para impor a "neutralidade da rede", ou seja, o princípio de que todo o conteúdo de internet deve ser tratado igualmente por todos os provedores de acesso. Uma opção seria reclassificar o serviço de banda larga como uma utilidade pública básica sujeita a rigorosa regulamentação, como por exemplo a telefonia. As operadoras de telecomunicações e banda larga já indicaram que se oporiam vigorosamente a uma medida nesse sentido.

A decisão por três votos a zero do juizado de recursos, redigida por um dos juízes mais liberais do circuito de apelações, David Tatel, se concentrava na questão estreita da autoridade da FCC para regulamentar as práticas de gestão de rede adotadas pela Comcast.

Mas representou clara vitória para aqueles que são a favor de limitar a regulamentação da FCC sobre a internet, disse Phil Kerpen, vice-presidente da Americans for Prosperity, uma organização que defende papel limitado para o governo.

"A FCC não tem base legal para impor sua visão regulatória distópica usando a bandeira da neutralidade da rede", disse ele.

Em termos práticos, a decisão judicial não terá impacto imediato sobre os usuários da internet, porque a Comcast e outros grandes provedores de acesso no momento não estão restringindo tipos específicos de conteúdo da web, e tampouco têm planos para tanto.

A Comcast, maior operadora de serviços de cabo dos Estados Unidos, reagiu de forma contida à sua vitória. A empresa se declarou gratificada pela decisão judicial mas acrescentou que havia alterado as decisões que resultaram em restrição de acesso ao BitTorrent, um serviço usado para a troca de grande volume de arquivos, que variam de filmes pirateados a softwares complexos.

"A Comcast continua a aderir aos princípios de internet aberta defendidos pela FCC, e continuaremos a trabalhar construtivamente com a FCC enquanto esta determina a melhor maneira de promover maior adesão à banda larga e preservar uma internet aberta e vibrante", afirmou a Comcast em comunicado.

A empresa no momento está em busca de aprovação federal para sua proposta de aquisição de uma participação majoritária da NBC Universal, que controla rede de TV aberta NBC e diversos canais conhecidos de TV a cabo. Alguns legisladores e grupos de defesa do consumidor se opõem à fusão, alegando que ela permitiria que a empresa favorecesse seus canais de cabo e discriminasse os dos concorrentes – algo que a empresa alegou não ter a intenção de fazer.

Depois da decisão de terça-feira, os defensores dos consumidores expressaram preocupação semelhante quanto ao potencial poder que a Comcast exerceria na internet, alegando que ela poderia, por exemplo, dar prioridade à transmissão de vídeos dos canais NBC e restringir os serviços de concorrentes como os canais da rede CBS.

"Os usuários da internet agora não contam com qualquer proteção", disse Ben Scott, diretor da Free Press, uma organização sem fins lucrativos que apoiou a FCC no processo.

Julius Genachowski, presidente da FCC, havia declarado anteriormente que, caso derrotada no caso da Comcast, a agência procuraria outra fonte de autoridade legal para implementar proteção ao consumidor no segmento de acesso à internet. A FCC afirmou em comunicado que continua "firmemente dedicada a promover a Internet aberta".

Embora a decisão judicial tenha invalidado a abordagem atual quanto a esse objetivo, afirmou a agência, "o tribunal de forma alguma discordou da importância de oferecer uma internet livre e aberta, e tampouco fechou as portas a outros métodos de atingir essa importante meta".

O conceito de acesso igual a todo o conteúdo da internet é defendido pelas pessoas que acreditam em regulamentação pela FCC com o argumento de que isso não é necessário para proteger os consumidores como para fomentar a inovação e investimento em tecnologia.

"Não haverá inovação se só as grandes companhias tiverem acesso à via expressa", disse Gigi Sohn, presidente da Public Knowledge, que defende os direitos dos consumidores quanto a questões digitais. "Veja o Google, eBay, Yahoo – nenhuma dessas empresas teria sobrevivido se, 15 anos atrás, existisse uma via expressa e uma via lenta na internet".

A decisão judicial pode afetar fornecedores de conteúdo como o Google, que controla o YouTube, um popular serviço online de vídeo. Os provedores de conteúdo temem que os provedores de acesso queiram receber para garantir a entrega de material como vídeos de alta definição, que requerem alta capacidade de rede.

O Google se recusou a comentar diretamente sobre a decisão, e encaminhou as questões à Open Internet Coalition, da qual participa. Markham Erickson, diretor executivo da coalizão, disse que a decisão "cria uma situação perigosa, na qual a saúde e a abertura da Internet se tornaram reféns do comportamento das grandes operadoras de cabos e telecomunicações".

Sam Feder, advogado que foi diretor jurídico da FCC, disse que a decisão do tribunal "é a pior solução para a FCC". Ele afirma que a redação da decisão é altamente técnica, o que deve impedir um recurso bem sucedido, mas ao mesmo deixa abertos outros caminhos para realizar o mesmo objetivo, o que pode bastar para que o Congresso considere não ser necessário expandir o poder regulatório da FCC sobre a internet.

A decisão da terça-feira foi a mais recente em uma sequência de processos que resultaram em derrota de esforços da FCC para expandir sua autoridade regulatória, disse Eli Noam, professor de finanças e Economia na escola de pós-graduação em administração de empresas da Universidade Colúmbia e diretor do Instituto de Tele-Informação da universidade.

"A FCC terá de ser mais cuidadosa em suas ações", afirmou, sugerindo que a agência teria de estruturar sua política de maneira mais aceitável ao setor de telecomunicações, de maneira a conquistar maior legitimidade.

Andrew Odlyzko, professor da University de Minnesota e antigo diretor do Centro de Tecnologia Digital da instituição, afirmou que embora alguns provedores de acesso à internet possam aproveitar a chance de cobrar pelo acesso mais rápido, as grandes empresas do setor, como Comcast e Verizon, declararam que não pretendem fazê-lo.

Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times

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Virtualização: por que não ficar de fora

April 5th, 2010

Artigo original por Rina Noronha – http://goo.gl/jKU3

No início eram as máquinas. Grandes, ocupavam enormes espaços. Quanto maior o data center, melhor.  Empresas almejavam isto: ter grandes espaços para armazenar dados. Os mainframes, gigantescos, faziam o processamento de dados. Isso na década de 70.

Depois, vieram os computadores pessoais e um grande salto: o processamento distribuído. Com isso, a quantidade de dados a serem processados aumentou, já que até mesmo o cidadão comum poderia ter um PC e não era essa, afinal, a idéia?

O tempo passou, o acesso à computação cresceu e melhorou: passamos dos PCs aos notebooks, daí aos netbooks e tablets e smartphones e outros tantos gadgets que permitem não só o processamento de dados, mas o acesso à internet em praticamente qualquer lugar. E se há até pouco tempo era preciso transferir os dados de um aparelho a outro através de um meio físico, como pendrives, CDs e os saudosos (alguém sente falta?) disquetes, atualmente o usuário comum, pessoa física, consegue fazer tudo isso totalmente online.

Melhor: é possível manter todas as informações online, através, por exemplo, dos discos virtuais e de aplicativos de gerenciamento e criação de textos e planilhas, entre outros, e álbuns online de fotos, de forma totalmente livre de um hardware, independentemente de sua localização física. Na nuvem. A mesma nuvem que hoje possibilita às empresas guardarem seus dados em ambientes seguros. E virtuais. Nada mais de grandes centros de dados. Mainframes. Salas e salas ocupadas por enormes máquinas.

Mas, afinal, o que é essa nuvem?

Computação em Nuvem é literalmente levar o real para o virtual. A Virtualização é uma das tecnologias que habilitam a Computação em Nuvem. A tecnologia de virtualização pode ser aplicada em vários níveis da infraestrutura de um datacenter, como desktops,  servidores, armazenamento e rede. Com a Virtualização de Armazenamento é possível acessar e mover dados, arquivos, aplicações de forma on line, de um sistema de Storage para outro, sem paradas, sem impacto para o usuário. E sem a preocupação de os hardwares serem do mesmo fabricante. Ou seja, é o gerenciamento centralizado de diferentes sistemas de armazenamento, de diferentes fabricantes, protegendo o investimento já feito em infraestrutura.

Ao virtualizar, torna-se possível ter acesso às informações, aos arquivos e programas, em um sistema operacional disponível na internet, independentemente da plataforma; o requisito mínimo é um computador compatível com os recursos disponíveis na internet. Assim como faz o usuário comum com seus e-mails, fotos e documentos. Sim, é mais simples do que parece.

E muito além de ser mais simples de compreender do que imaginar uma "nuvem", a virtualização que não é mais um modismo, já provou que veio para ficar traz inúmeros benefícios para as corporações. Para falar um que certamente saltará aos olhos dos gestores: a redução muito significativa de custos com TI.

As expectativas de benefícios são muitas: redução de investimentos em capital e custos operacionais, aumento da flexibilidade da infraestrutura e provisionamento mais ágil, redução no tempo de backup e na capacidade de armazenamento necessária para isso, democratização das oportunidades afinal, qualquer empresa, independentemente de tamanho, pode ter um supercomputador à sua disposição.

Os receios também existem, afinal, apesar de ter chegado com força, a virtualização ainda é algo novo. Questões de segurança e privacidade encabeçam a lista de preocupações e devem, sim, ser pensadas e discutidas. E resolvidas. Pois estar na nuvem é, sem dúvida, uma realidade a ser encarada.

A consultoria Gartner estima que esse negócio (quando li, a palavra negócio soou mal. Trocaria por setor) tenha movimentado 46 bilhões de dólares em 2008. Um estudo recente da IDC mostra que, em 2010, o volume de negócios provenientes de serviços baseados na nuvem vai crescer em 45% – e, ainda assim, a oferta (a oferta – repetição) de aplicações baseadas na computação em nuvem deve permanecer como um modelo de negócios ainda pouco representativo para a indústria de TI em 2010. Mas as duas consultorias apontam que, até 2013, os investimentos em virtualização atingirão 150 bilhões de dólares.

O fato é que as infraestruturas atuais de TI exigem uma nova abordagem para a gestão de enormes quantidade de dados. E a virtualização de armazenamento tem se mostrado uma excelente resposta a isso.

Se virtualizar não está nas suas resoluções corporativas para 2010, é melhor repensá-las e fazer algumas mudanças.

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Brasil é o país que mais sofre ataques de trojans bankers do mundo

March 24th, 2010

Artigo original http://goo.gl/ZCHN

De acordo com um levantamento sobre ataques de trojans da Kaspersky Lab, o Brasil foi o país mais infectado por trojans bankers, com 36% das ameaças no mundo. A China ficou em segundo lugar, com 21%, seguida da Espanha, com 8%, empatada com a Rússia.

Dmitry Bestuzhev, Analista de Vírus Sênior para a América Latina, afirmou que o Brasil também é o principal produtor desse tipo de vírus, e a grande maioria dos ataques que acontece no país é por vírus produzidos aqui.

Curiosamente, o Brasil não aparece no levantamento sobre trojans psw, responsável por roubar senhas, detalhes do sistema, endereço IP, e-mail e informações de registro. A China ficou em primeiro lugar, com 63% de tentativas de ataque, seguida da Rússia com 12% e Índia e Alemanha, com 4% cada.

Existem três diferentes grupos de trojans que roubam informação: PSW, que roubam senhas de e-mail, redes sociais, mensageiros instantâneos; Banker,que roubam exclusivamente contas bancárias e informações de cartão de crédito; e Spy, que roubam todas as informações do usuário, desde dados bancários a senhas de e-mail.

O levantamento foi feito com base em dados de 2009 e apresentado para os analistas de vírus com exclusividade em Moscou, em janeiro deste ano.

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Gestão dos processos de inovação nas empresas de TI

March 24th, 2010

Artigo Original de Chang Chuan Teh – http://goo.gl/ik4W

A inovação é reconhecidamente uma das principais fontes de vantagem competitiva e, como consequência, de criação de valor, principalmente no setor de tecnologia da informação. Porém, deve-se ter em mente que não se aplica ao contexto empresarial a ideia de que a inovação é algo simplesmente relacionado à genialidade ou inspiração. Trata-se de um fator de competitividade que precisa gerar frutos. Dessa forma, a inovação tem que ser gerenciada e suportada por processos que garantam a sua evolução contínua.

Essa característica é reconhecida por parte significativa dos gestores que hoje estão à frente de grandes organizações. Os executivos também reconhecem a influência da estrutura organizacional no desempenho dos resultados inovativos, ou seja, a necessidade de se manter em uma mesma companhia diferentes estruturas organizacionais, o que permite reagir de forma apropriada aos desafios e às oportunidades que surgem.

Mesmo assim, a gestão do conhecimento ainda não é tida como relevante para o dia a dia das corporações. São poucas as empresas que investem em iniciativas dessa natureza. O conhecimento é uma fonte de vantagem competitiva sustentável, que está diretamente ligada aos recursos e às capacidades particulares de cada empresa.

Nas duas últimas décadas, para manter a posição no mercado e assegurar a sua viabilidade, as organizações têm respondido com investimentos em recursos humanos, tecnologia da informação, pesquisa e desenvolvimento, terceirização e publicidade. Entretanto, só isso não basta.

As companhias precisam também repensar as suas estratégias de inovação, de forma a erguer barreiras "altas e sólidas", que impeçam o assédio aos seus clientes pelos concorrentes. Essas barreiras podem ser obtidas priorizando-se investimentos em novos produtos que sejam difíceis de copiar.

A inovação é comumente associada à tecnologia e ao desenvolvimento de produtos, o que pode levar a uma visão estreita do conceito. A ênfase demasiada em inovação tecnológica e P&D, aplicada de forma isolada, é insuficiente para a criação de valor. As empresas podem inovar em tecnologia e produtos, mas também devem inovar em serviços, processos, relacionamento com clientes, estrutura organizacional e estratégias, para citar alguns exemplos. Estudos mostram que não existe relação significante entre quantidade de patentes (indicador clássico de inovação associado à tecnologia) e valor de mercado das empresas brasileiras, mas há relação significante entre quantidade de marcas da empresa e valor de mercado.

Se a inovação do produto não contemplar os impactos nas funções da organização, e estas não desenvolverem ou absorverem as inovações necessárias nos seus processos e estruturas, é muito provável que a empresa amargue o insucesso em sua estratégia. A verdadeira inovação é aquela que converte uma nova ideia em resultados, como receitas e lucros.

Sob essa ótica, uma medida da eficácia dos processos de inovação pode ser o lançamento de novos produtos e serviços ou a melhoria e implantação de novos processos. Por outro lado, é de suma importância que os gestores, na busca pela inovação e pelas vantagens competitivas dela decorrentes, consigam identificar os recursos e as capacidades da empresa que suportam o processo da inovação. Isso pode ser de caráter estrutural, como processos e ferramentas, ou a estrutura organizacional propriamente dita; pode ainda ser de caráter humano, como as competências, os comportamentos individuais e a cultura organizacional.

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Upgrade de Segurança – Apache versão 2.2.14 e anteriores

March 8th, 2010

A empresa de segurança Sense of Security descobriu uma séria vulnerabilidade no servidor web Apache que pode permitir que um atacante obtenha o controle completo de um banco de dados.

Descoberta pelo consultor Brett Gervasoni, a falha está presente no módulo "mod_isapi" do Apache. Ao explorar a falha, um atacante pode obter privilégios que poderiam ser usados para comprometer a segurança dos dados.

Os usuários do Apache 2.2.14 e versões anteriores devem fazer o upgrade para o Apache 2.1.15 imediatamente, já que esta versão inclui uma correção para o problema.

De acordo com Jason Edelstein, porta-voz da Sense of Security, o Apache é um dos servidores web mais populares atualmente e esta vulnerabilidade foi uma das mais sérias descobertas nos últimos anos.

“Esta vulnerabilidade significa que você pode tomar o controle completo do servidor web remotamente com privilégios do sistema – o nível de privilégio mais alto no Windows”, disse Edelstein. “Um atacante pode obter acesso, modificar ou roubar os dados”.

O boletim de segurança da Sense of Security sobre a falha pode ser encontrado no site da Sense.

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Técnicas motivacionais em Governança de TI

March 4th, 2010

Autor: Rodrigo Donini
Artigo Original – http://goo.gl/bkNv

Criar um ambiente motivacional ainda é um grande desafio para a as empresas, até mesmo para as que já reconheceram o real valor individual e intelectual de cada pessoa que a compõe. Identificar quais são as causas da desmotivação empresarial é um dos fatores que mais impulsionam pesquisas psicológicas, o estudo comportamental do ser humano se torna mais complexo com aumento significativo da informação disponível. Você nota que algo está errado, mas não sabe exatamente o quê.

Veja alguns indicadores relacionados à desmotivação que merecem destaque:

  • Clima organizacional: colaboradores que atrasam o início de sua jornada ou a finalizam antes, pichação e má conservação da estrutura física da empresa, desperdício de materiais e conflitos interpessoais.
  • Falhas consecutivas no processo: é importante investigar o motivo pelo qual acontecem falhas consecutivas no processo de trabalho, isto pode ser indicador para a desmotivação.
  • Políticas empresariais: políticas ultrapassadas e engessadas, cultura organizacional são reflexos dos principais fatores desmotivacionais.
  • Fatores organizacionais: cultura dos fundadores, ramo de atividade da empresa, atuais dirigentes, área geográfica em que a empresa atua e ambiente sem organização, estes criam caminhos para todos os outros indicadores causadores de desmotivação já citados acima.

Vamos entender um pouco melhor o que acontece.

O ser humano segue basicamente em uma direção, que é atingir seus objetivos. Porém, nem sempre ele tem consciência de quais são seus objetivos, além de, na maioria das vezes, estar preso em padrões comportamentais. São nestes momentos que o papel do gestor direciona o foco das ações do indivíduo de forma que os anseios pessoais e profissionais se cruzem.

A vida pessoal destes indivíduos é movida pela motivação, e isto não é diferente no âmbito profissional, elas necessitam de desafios, capacitação, recompensa através do seu salário, premiações e reconhecimento constantemente, em contrapartida a empresa tem uma melhoria significativa na execução dos seus processos internos, geração de produtos e serviços, maior envolvimento e comprometimento.

Deve-se dar atenção à continuidade do trabalho, que sofre diversas transformações durante a vida útil da pessoa dentro de uma empresa. O que inicialmente era uma realização pessoal, com o passar do tempo vai se tornando um meio de sobrevivência, desmotivação e, algumas vezes, de insegurança. Isso é facilmente identificado atualmente frente ao grande número de pessoas insatisfeitas com sua ocupação e não envolvidas com o negócio da empresa. Uma pessoa não consegue seguir em frente se não for movida por uma meta. É esta meta que cria o estímulo e a impulsiona para atingir seu objetivo.

Outro ponto extremamente importante é que os gestores devem se preocupar com a formação de líderes, estimulando sua criatividade. É necessário dar liberdade para este colaborador melhorar os processos de trabalho, criar novos produtos e serviços, opinar em decisões, isto promove implicitamente o comprometimento dele com a empresa.

Mas, o que fazer? Quais técnicas podem ajudar?

  • Alinhe objetivos de planos estratégicos com metas claras diretas e tangíveis, é preciso ser realista para não gerar frustração com metas impossíveis ou sonhadoras.
  • Crie um ambiente transparente, divulgue os resultados a todos, estabeleça as regras do jogo, crie meios para atingir as metas, proporcionando condições físicas, tecnológicas e psicológicas.
  • Envolva as pessoas nas metas, faça-as entenderem e se comprometerem, plantarem para colher os benefícios.
  • Promova a integração das pessoas e das áreas, crie um clima onde elas colaborem entre si.
  • Defina e use todas as ferramentas possíveis para criar este clima colaborativo. Utilize mural, intranet, biblioteca corporativa, wiki, quadro de lembretes e redes sociais, esta é a tendência.
  • Comemore feitos e conquistas com festas, jantares, happy hours e eventos em geral.
  • Tratar a desmotivação dentro do ambiente de trabalho é semelhante a um tratamento médico: devemos atuar diretamente nas causas que levam as pessoas a se desmotivarem.

Podemos concluir que cada pessoa tem formas, necessidades e emoções distintas de para serem motivadas, por este motivo elas devem ser encaradas individualmente. Entender suas necessidades e fazer com que as pessoas cresçam juntamente com a empresa é o maior desafio dos gestores, atualmente.

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Dicas para o Twitter trabalhar para sua empresa

February 22nd, 2010

A Internet deu, às empresas, vários modos de anunciarem, mas, nos últimos anos, vimos o crescimento de um dos mais inovadores – as redes sociais. E, neste instante, não há nenhuma rede social mais em voga do que o Twitter.

A popularidade do site explodiu, conforme o conteúdo do Twitter (que vem na forma de mensagens de 140 palavras) mudou de mensagens pessoais comuns para mensagens curtas contendo vários tipos de atualizações, desde notícias até resenhas de produtos e ofertas especiais.

As empresas perceberam rapidamente os desafios e as oportunidades que o Twitter apresenta, usando-o para enviar mensagens de marketing, comunicar-se com os clientes, monitorar a opinião dos consumidores e defender suas reputações online.

Onde começar

Kevin Yank, diretor técnico do sitepoint.com, é um usuário ávido do Twitter e sugere que as empresas façam pesquisas no Twitter para saber o que as pessoas estão realmente falando sobre as empresas. “Você pode usar o mecanismo de pesquisa do Twitter para procurar os posts mais recentes com palavras-chave que tenham a ver com seus produtos ou serviços ou com o nome da companhia”, diz ele. “Você também pode assinar um RSS feed para ser alertado sempre que forem feitos novos posts com essas palavras-chave”.

Yank acredita que o Twitter também é uma ferramenta ótima para aumentar a penetração de uma marca. “Nós estamos distribuindo um de nossos livros no formato PDF. Então, configuramos um serviço em que qualquer um que siga a conta da Sitepoint no Twitter recebe um link para download. Nós espalhamos isso e, em uma semana, já tínhamos 15.000 seguidores. Isso nos colocou entre os 50 maiores usuários do mundo”.

Suzi Dafnis, gerente geral nacional da Australian Businesswomen’s Network (Rede de Executivas Australianas), usa o Twitter como um meio de se comunicar rapidamente com os membros. “Eu sigo as contas de determinados especialistas no Twitter e, conforme aparecem coisas que me parecem relevantes para os meus seguidores, eu envio uma mensagem para distribuir esses recursos”, ela afirma.

O Twitter é uma ferramenta de marketing poderosa não só por causa de as conversas serem diretas, mas por elas serem em tempo real. Dafnis diz que, “por exemplo, em uma conferência da Apple em que Steve Jobs estava falando, as pessoas estavam divulgando, pelo Twitter, as coisas que Jobs falava. Se estivesse seguindo a conta dessas pessoas, você receberia as informações mais rápido do que em serviços de notícias e blogs”.

Armadilhas e tom do Twitter

Mas, apesar das vantagens do Twitter, Yank avisa que um dos maiores erros que uma empresa pode cometer é não entender que tipo de tom os usuários esperam online.

Ele enfatiza que as empresas devem "falar como uma pessoa real", no Twitter: "Se puder, diga seu nome às pessoas. Faça tudo o que puder para ter uma experiência de pessoa para pessoa, não de companhia para companhia. Se você não puder dedicar recursos para falar diretamente com as pessoas, o Twitter pode não ser o que você está procurando”.

Dafnis também avisa às empresas para não ir contra o que a comunidade do Twitter quer ouvir. “Não seja irrelevante. As pessoas irão seguir você porque estão interessadas em você, então, coloque sua personalidade lá. O que eu descobri no Twitter é que, se você apenas der informações, perderá seguidores rapidamente.

“Não seja exibido. Não é um lugar para ficar se exibindo. Se for para você ficar só falando do quão bom é, como pode fazer as pessoas se interessarem? Quanto mais valor agregar, mais pessoas o seguirão”.

Por Patrick Stafford para a SmartCompany, Austrália
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Virtualização

August 20th, 2009

virtualização é o processo de executar vários sistemas operacionais em um único equipamento. Uma máquina virtual é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor pode manter vários sistemas operacionais em uso.

     Ampliando esse conceito, é importante aprofundar o entendimento de como os ambientes computacionais são independentes um dos outros. Além do hardware do servidor que hospeda os sistemas virtualizados, esses ambientes virtuais não têm nada mais em comum. Não existe interdependência entre os sistemas virtuais nem regras que ditem qual sistema você pode usar em um ambiente virtual, à parte a compatibilidade do software de máquinas virtuais. Normalmente, se você pode instalar um sistema operacional em um hardware "real", poderá instalá-lo em uma máquina virtual. Seu servidor pode hospedar vários sistemas operacionais, sejam eles iguais, similares ou completamente diferentes. Os sistemas operacionais virtualizados são independentes entre si.

     Capitalizar as vantagens da criação de ambientes computacionais virtuais não é difícil. Não é preciso que o administrador tenha um hardware particular pronto para virtualização, porque quase todo equipamento é capaz de hospedar uma máquina virtual. Para fazer isso, você precisa apenas de um software especial desenvolvido para igualar ou superar o ambiente físico. Essencialmente, o software simula o hardware, de forma que o sistema operacional é instalado sobre esse software. Existem diversos pacotes de software para máquinas virtuais, porém o mais popular é indiscutivelmente o VMware. Quando comentamos a relação entre os sistemas virtuais e o hardware físico, usamos os termos encontrados na documentação do VMware.

     Em um ambiente computacional virtual, existem dois componentes principais: o hospedeiro e o convidado. O hospedeiro é o sistema operacional executado diretamente sobre o hardware físico ou servidor. Esse hospedeiro é o sistema operacional que você instala inicialmente sobre o servidor. O sistema operacional convidado, no entanto, não é tão restrito. O sistema operacional convidado é o ambiente computacional virtual que é executado sobre o sistema operacional hospedeiro como uma máquina virtual. Ao contrário dos sistemas hospedeiros mais tradicionais, é possível manter simultaneamente vários sistemas convidados.

     Apesar de você ver e tocar apenas um servidor físico, com a virtualização você não fica restrito a apenas um sistema operacional, um conjunto de aplicações ou um nome de servidor. Porém, existe um limite para o número de máquinas virtuais que podem ser instaladas em um servidor.

     Você pode compartilhar um conjunto de recursos apenas até que eles se esgotem ou que as partes não ofereçam capacidade suficiente. A única restrição para o número de máquinas virtuais é definida pelos limites de memória, espaço em disco e poder de processamento da CPU oferecidos a elas. Qualquer computador que espera hospedar uma ou mais máquinas virtuais deve possuir recursos não apenas para o hospedeiro como também para acomodar os sistemas convidados. Se seu servidor não tem grande volume de espaço em disco, você não poderá oferecer aos sistemas operacionais convidados recursos de armazenamento adequados. Se seu computador hospedeiro não apresenta memória ou poder de processamento suficientes, o sistema operacional convidada sofrerá baixo desempenho.

A virtualização pode dar a você mais liberdade e permitir que seu departamento de TI administre os usuários remotos de modo mais eficiente.

Compilado de diversas literaturas sobre o assunto.

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Spam: confira 5 medidas para reduzir o volume de mensagens indesejadas

May 18th, 2009

IDG Now! – 14/05/2009
Autor: Daniela Braun
Assunto: Segurança

E-mail para compras e organização de contatos ajudam a reduzir recebimento de spams e golpes. Veja recomendações

Reduzir a quantidade diária de e-mails indesejados em sua caixa de entrada não é uma tarefa apenas para ferramentas como a lista de remetentes bloqueados, anti-spam e antiphishing. De acordo com especialistas em e-mail marketing e internet*, algumas mudanças no comportamento de navegação e gerenciamento de e-mails em seu dia-a-dia podem reduzir o recebimento de spams em golpes.

Confira 7 recomendações:

1 - Seja criterioso ao preencher formulários e não cadastre seu e-mail em sites de procedência duvidosa. Preserve informações pessoais como endereços de e-mail, dados pessoais e, principalmente, cadastrais de bancos, cartões de crédito e senhas. Se estiver em um site que não passa plena confiança, crie um e-mail temporário apenas para este cadastro. É recomendável utilizar e-mails separados para uso pessoal, trabalho, compras on-line e cadastros em sites em geral;

2 – Não abra, interaja ou responda um e-mail quando não conhecer a procedência da mensagem recebida. O ideal é reportar a mensagem indesejada como spam, mesmo quando a oferta for de seu interesse. A maioria dos provedores disponibiliza um link para reportar spam;

3 – Configure os recursos anti-spam oferecidos pelo provedor de acesso. Os filtros ajudam a melhorar o fluxo de seus relacionamentos digitais. Mesmo empresas idôneas podem cair em seu lixo eletrônico por conta de um layout inadequado. Faça manutenção periódica, verificando se o que está sendo classificado como spam;

4 – Inclua em seu catálogo os endereços de e-mail com os quais você mantém relacionamento. Assim seu provedor não os classificará como spam e você poderá restringir ainda mais as regras anti-spam.

5 – Procurar controlar a curiosidade de verificar sempre a indicação de um site em um e-mail suspeito de spam. Em caso de dúvida sobre a validade do e-mail, pesquise o remetente e a ferramenta utilizada para o envio. Você poderá avaliar passando o cursor no link que sugere a exclusão da mensagem para verificar a URL (endereço) da ferramenta de envio, ou com o botão direito do mouse clique sobre o link e depois em propriedades. Você também pode verificar a quem pertence o domínio no site www.registro.br.

*Com informações de Walter Sabini Junior, CEO da VIRID Interatividade Digital, e Cristine Hoepers, gerente do CERT.br. grupo de resposta a incidentes de segurança para a Internet brasileira, mantido pelo NIC.br do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

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